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  • A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes | Casa Matinas

    A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes Grampeado (10x15) R$ 39,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição “A honestidade para com os outros e para consigo próprio foi o princípio que norteou a vida inteira de Emerson”, afirma José Paulo Paes na introdução deste que é um de seus principais ensaios. A confiança em si próprio ( Self-reliance , no título original em inglês), escrito em 1841, é um libelo contra o conformismo e contra a tendência das pessoas pautarem suas vidas pela pauta da vida dos outros. Emerson exorta as pessoas a empoderarem suas próprias ideias, em vez de seguir cegamente o aquilo que a sociedade prescreve em suas regras. “Que o homem conheça, pois, o seu próprio valor, e tenha as coisas sob o seu tacão”, afirma o filósofo. E mais: “Um homem deveria aprender a distinguir e contemplar este raio de luz que brilha através de sua mente, vindo do interior, vindo do interior, melhor que o brilho do firmamento de bardos e sábios”. Considerado como um do mais importantes textos de todo o pensamento norte-americano, A confiança em si próprio concentra as principais ideias do individualismo e do transcendentalismo de Ralph Waldo Emerson — a quem se atribui influência não só sobre seu amigo Henry Davi Thoureau ou sobre a poesia de Walt Whitman, mas também, fora dos EUA, sobre a filosofia de Friedrich Nietzsche. Emerson viajou por todo os EUA (de diligência, carroça, barco, trem e até trenó), pregando suas ideias; o contato direto com a população impactaria diretamente seu espírito. Como diz seu tradutor José Paulo Paes, essa experiência “tirou-lhe o ranço universitário, deu-lhe uma visão menos livresca do mundo e dos homens, ensinou-o a usar a saborosa linguagem das ruas, que lhe comunicaria ao estilo literário vigor e incisividade”. Paes selecionou e traduziu originalmente A confiança em si próprio para integrar a coletânea A arte de viver ensinada pelos clássicos (lançado pela editora Cultrix, onde ele era editor, no início da década de 1960 e reeditado pela casa matinas ). Esta editora está também fazendo sua edição em separado no lançamento da coleção Grampo. AUTOR ISBN PÁGINAS Ralph Waldo Emerson 9786583744531 64

  • Dos livros: Tradução de José Paulo Paes | Casa Matinas

    Dos livros: Tradução de José Paulo Paes Grampeado (10x15) R$ 39,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição O pensador francês que inventou, no séc. XVI, o ensaio gênero como gênero filosófico, reflete sobre como era seu relacionamento com os livros e com a leitura, em texto traduzido por José Paulo Paes. “E se sou homem de alguma leitura, sou-o também de nenhuma memória.”, afirma Michel Eyquem de Montaigne logo nos primeiros parágrafos do seu ensaio Do Livros . Quem imaginava o filósofo como um homem de grande rigor e método em suas leituras, dedicando-se a obras que exigem muita concentração do leitor, terá uma surpresa. Ele confessa entediar-se rapidamente com as leituras desafiadoras: “Quando encontro alguma dificuldade no curso da leitura, não fico a roer as unhas: passo adiante, depois de ter feito uma ou duas tentativas de resolvê-la.” Sua preferência recaía sobre os filósofos que tratam do “conhecimento de nós próprios” e que o ensinam “a morrer e viver bem”. Daí sua predileção por Plutarco e Sêneca, pois eles, entre outras coisas, “não requerem um longo esforço de atenção, de que sou incapaz.” Montaigne confessa também gostar de ler os historiadores, tanto os “simplórios como os excelentes”. Estes últimos, “terão a capacidade de escolher o que é digno de ser conhecido e de, entre duas informações, selecionar a mais verossímil.” Na apresentação que escreveu para este Dos Livros , o tradutor e poenta José Paulo Paes afirma que os Ensaios de Montaigne “pertencem ao pequeno acervo dos livros imortais, daqueles livros que, indiferentes à passagem do tempo e à sucessão das modas, estão sempre a oferecer, tão nova e válida como quando enunciada pela primeira vez, a sua mensagem de humanidade.” O ensaio foi traduzido originalmente para integrar a coletânea A arte de viver ensinada pelos clássicos , selecionada, traduzida e editada por Paes, e reeditada pela casa matinas . Dos livros inaugura a coleção Grampo da casa matinas , que é dedicada à publicação de ensaios únicos em formato de livro de pequenas dimensões. AUTOR ISBN PÁGINAS Michel de Montaign 9786583744524 44

  • Catálogo | Casa Matinas

    Coleções Árvore em pé A letra e o espírito E um até breve da mulher brasileira Clássico é clássico e vice-versa Eu, você, nós dois Grampo O Brasil não é longe daqui Se o homem morde o cachorro Socrácia Árvore em pé Ecos do Antropoceno Luiz Villares Brochura R$ 64,90 Saiba mais Ecos do Antropoceno Luiz Villares Capa Dura R$ 89,90 Saiba mais A letra e o espírito Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Ribeiro Couto Brochura R$ 34,99 Saiba mais Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Ribeiro Couto Capa Dura R$ 54,99 Saiba mais Clássico é clássico e vice-versa Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes Charles Dickens Brochura R$ 74,99 Saiba mais Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes Charles Dickens Capa Dura R$ 94,99 Saiba mais A arte de viver ensinada pelos clássicos Vários autores Brochura R$ 88,99 Saiba mais A arte de viver ensinada pelos clássicos Vários autores Capa Dura R$ 108,99 Saiba mais E um até breve da mulher brasileira Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil Maria Werneck Brochura R$ 49,99 Saiba mais Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil Maria Werneck Capa Dura R$ 69,99 Saiba mais Eu, você, nós dois Waly Salomão é uma VOZ ALTA José Simão Brochura R$ 59,99 Saiba mais Waly Salomão é uma VOZ ALTA José Simão Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Grampo A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes Ralph Waldo Emerson Grampeado (10x15) R$ 39,99 Saiba mais Dos livros: Tradução de José Paulo Paes Michel de Montaign Grampeado (10x15) R$ 39,99 Saiba mais O Brasil não é longe daqui Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) Mário de Andrade Brochura R$ 74,99 Saiba mais Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) Mário de Andrade Capa Dura R$ 94,90 Saiba mais Se o homem morde o cachorro O jornalismo como gênero literário Alceu Amoroso Lima Brochura R$ 39,99 Saiba mais O jornalismo como gênero literário Alceu Amoroso Lima Capa Dura R$ 59,99 Saiba mais A imprensa e o dever da verdade Rui Barbosa Brochura R$ 44,99 Saiba mais A imprensa e o dever da verdade Rui Barbosa Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais Tempo de Arraes Antonio Callado Brochura R$ 59,99 Saiba mais Tempo de Arraes Antonio Callado Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Antonio Callado Brochura R$ 59,99 Saiba mais Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Antonio Callado Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo Caio Túlio Costa Brochura R$ 79,99 Saiba mais Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo Caio Túlio Costa Capa Dura R$ 99,90 Saiba mais A missão da imprensa Carlos Lacerda Brochura R$ 44,99 Saiba mais A missão da imprensa Carlos Lacerda Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais A imprensa na década republicana Carlos de Laet Brochura R$ 44,99 Saiba mais A imprensa na década republicana Carlos de Laet Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais Um tipógrafo na colônia: Vida e obra de Silva Serva, precursor da imprensa Leão Serva Brochura R$ 49,99 Saiba mais Um tipógrafo na colônia: Vida e obra de Silva Serva, precursor da imprensa Leão Serva Capa Dura R$ 69,99 Saiba mais Socrácia Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle Georg W. F. Hegel Brochura R$ 52,99 Saiba mais Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle Georg W. F. Hegel Capa Dura R$ 72,99 Saiba mais Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki Immanuel Kant Brochura R$ 49,99 Saiba mais Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki Immanuel Kant Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais

  • Casa Matinas

    A casa matinas nasce para dar nova vida a livros esgotados e fora de catálogo. Acreditamos que certas histórias, ideias e vozes são imperecíveis. Pode entrar, a casa é sua. A casa matinas nasce para dar nova vida a livros esgotados e fora de catálogo. Acreditamos que certas histórias, ideias e vozes são imperecíveis – e gostaríamos de contribuir para que elas nunca deixem de estar ao alcance de quem deseja lê-las. Usamos o print on demand (POD), um sistema que imprime o exemplar especialmente para você. Assim, evitamos desperdícios e tornamos o processo mais sustentável. Ainda estamos levantando as paredes e escolhendo com muito carinho tijolo por tijolo para construir esse espaço. Obrigado por fazer parte desse momento conosco! Inscreva-se para receber as novidades: Receber as novidades Obrigado!

  • A imprensa na década republicana | Casa Matinas

    A imprensa na década republicana Capa Dura R$ 64,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição “A primeira e a mais eficaz garantia da liberdade das urnas é a liberdade da imprensa, e a imprensa está amordaçada”, afirma o autor, um dos mais importantes e polêmicos jornalistas de sua época. Monarquista combativo na Primeira República, dos maiores conhecedores da língua portuguesa (chegava a polemizar que Rui Barbosa não conhecia sua língua tão quanto ele), Carlos Maximiniano Pimenta de Laet (1847-1927), foi professor a vida inteira e jornalista incansável. Neste texto, de 1899, publicado pela primeira vez em um livro dedicado exclusivamente a ele (inicialmente, era um capítulo do segundo volume, de oito, da coleção A década republicana ), Laet faz uma espécie de recenseamento dos ataques recebidos pelos jornais de oposição pelos governos de Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Prudente de Moraes, o primeiro presidente civil. Nesse período conturbado politicamente, não faltaram censura, empastelamento de gráficas, violência e até assassinatos de jornalistas e trabalhadores nas gráficas dos jornais. A passagem do final do Império para a República foi um período particularmente intenso da imprensa brasileira. Carlos de Laet era colaborador assíduo na maioria deles. Sua longeva coluna Microcosmo, foi publicada por dez no Jornal do Commercio , transferindo-se depois, para O Paiz , dois dos mais influentes jornais da época. Colaborou também com o Jornal do Brasil , o Comércio de São Paulo e Jornal . Dirigiu os veículos monarquistas Tribuna Liberal e Brazil . Uma das passagens mais importantes de A imprensa na década republicana , é o diálogo que ele tem com outro importante jornalista (e político) do período, Quintino Bocaiuva, então um dos homens fortes do governo provisório de Deodoro, levando Bocaiuva a assumir que a censura à imprensa estava em vigor logo nos primeiros dias republicanos. Esta edição inclui uma conferência dada por Carlos de Laet no Círculo Católico da Mocidade, no Rio de Janeiro, sobre o que ele chama de “a tirania da imprensa”. Nela, o autor toca nas questões ainda vivas mais de 120 anos depois, mormente nas redes sociais, sobre os crimes de injúria e difamação – tão comuns nas páginas do jornais da virada do século XIX para o XX. Sua fala nesse círculo também está repleta do que seus contemporâneos assinalavam com a marca do jornalista: sua natureza polemista, sempre abrilhantada pela ironia. Essas características levaram o historiador da imprensa brasileira Nelson Werneck Sodré a chamá-lo de “argumentador ágil e corrosivo”. Gilberto Amado dizia que a “sua colaboração para o anedotário nacional é enorme e incomparável”. Carlos de Laet é fundador da cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras, da qual foi presidente entre 1919 e 1922. Uma de suas polêmicas mais famosas foi com o escritor português Camilo Castelo Branco. Perseguido pelas forças republicanas, refugiou-se em São João de Rei (MG), onde escreveu seu principal livro, Em Minas . AUTOR ISBN PÁGINAS Carlos de Laet 9786583744173 117

  • Vietnã do Norte: Advertência aos agressores | Casa Matinas

    Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Capa Dura R$ 79,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Antonio Callado, autor de Quarup , foi o único jornalista da América Latina a entrar no Vietnã do Norte, em 1968, ano mais violento da Guerra do Vietnã. Celebra-se, em 2025, os cinquenta anos do final da guerra que acabou em acachapante humilhação para a maior potência militar de todos os tempos, o exército americano, derrotado pelas forças regulares, as milícias e a população, na maioria camponesa, de um país pequeno e pobre, com parcos recursos bélicos. A saga do povo norte-vietnamita e seus aliados vietcongs é uma das maiores façanhas da História. Observador perspicaz, narrador fino e irônico, expoente do jornalismo literário em língua portuguesa, Antonio Callado, fica bastante impressionado com o que vê no calor dos fatos acontecendo: enquanto os EUA bombardeavam o Norte do país em uma intensidade jamais vista, uma das mais originais experiências humanas se construía: o papel preponderante da mulher – inclusive na luta armada –, a alfabetização da população em curto espaço de tempo, a originalidade do socialismo à Ho Chi Minh. A população norte-vietnamita se autoimpôs três tarefas para cada indivíduo: a produção de comida, a alfabetização e a guerra contra a invasão americana. No espaço de trinta anos, o Vietnã expulsou de seu território os japoneses, os franceses e os americanos, levando o Autor a chamar os cidadãos e as cidadãs do país de “profissionais da independência”. O jornalismo de Callado tinha um profundo senso de justiça social, a ponto de ele declarar, anos depois do lançamento de Vietnã do Norte – Advertência aos invasores: "Não fui ao Vietnã para descobrir quem tinha razão. Isso eu já sabia”. Além de Quarup, A madona de cedro e Bar Don Juan , entre outros, Antonio Callado é autor de um dos mais importantes romances políticos brasileiros, Reflexos do baile ; é também dramaturgo, autor de peças como Pedro Mico. Sua jornalística inclui ainda O esqueleto na lagoa verde (Companhia das Letras), um clássico do jornalismo literário brasileiro. AUTOR ISBN PÁGINAS Antonio Callado 9786583744050 122

  • Ecos do Antropoceno | Casa Matinas

    Ecos do Antropoceno Capa Dura R$ 89,90 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Os desafios ambientais, ecológicos e sustentáveis da nossa época de desigualdades profundas, por um Autor que trabalhou por 20 anos na Amazônia e tem larga experiência em projetos socioambientais. Antropoceno é uma palavra nova. A Humanidade precisou criá-la para classificar o período geológico que se iniciou com a Revolução Industrial, na Inglaterra, no século XVIII. Como diz o ambientalista Luiz Villares neste livro indispensável para se compreender (e ajudar a salvar) o planeta em que vivemos, o Antropoceno marca a idade “em que começamos a extrair da natureza mais do que ela é capaz de nos oferecer”. Ecos do Antropoceno é um panorama atualizado das grandes questões da vida no planeta. Ao lado de temas mais conhecidos como aquecimento global e desastres ambientais, o livro nos apresenta conceitos que ajudam a compreender os fenômenos e ideias para superá-los, como o green new deal e o ecocentrismo. A diplomacia e a justiça climáticas, o aquecimento dos oceanos, as novas demandas de energia e água dos data centers , o desaparecimento das abelhas, a morte dos recifes de corais, o ativismo jovem, além das oportunidades que se apresentam para o Brasil pós COP30 e as mudanças da política ambiental na China, são outros temas do livro. Com experiência de quem foi por 16 anos diretor financeiro da Fundação Amazônia Sustentável, Villares analisa profundamente as consequências econômicas da destruição ambiental e de quanto investimento países e iniciativa privada precisariam fazer não só para mitigar os problemas, mas também para prevenir os desastres. Luiz Villares é ambientalista, com formação em gestão internacional e extenso trabalho em organizações socioambientais; foi Conselheiro Estadual do Meio Ambiente de São Paulo e do primeiro time da Fundação Amazônia Sustentável, a maior organização sem fins lucrativos dedicada à Amazônia. Autor de estudos acadêmicos sobre sustentabilidade e blockchain , é colaborador de publicações internacionais. Também é músico e velejador. AUTOR ISBN PÁGINAS Luiz Villares 9786583744418 154

  • Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) | Casa Matinas

    Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) R$ 74,99 Brochura Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Edição que preserva a grafia original (essencial no seu caso) das crônicas que o escritor modernista publicou durante viagem ao Nordeste — que ele revela plural, repleto de matizes e ambivalências. Os relatos da excursão que Mário de Andrade fez, entre o final de 1928 e começo de 1929, aos Estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba, com uma escala na Guanabara, foram publicados no Diário Nacional , na coluna consagrada com o nome de “Turista Aprendiz” — que figura como um dos grandes momentos da literatura de viagem produzida no Brasil. André Botelho e Onildo Correa, da Biblioteca Virtual do Pensamento Social, coordenaram a publicação dos setenta relatos do autor de Macunaíma no blog da BVPS, reconstituindo cuidadosamente a linguagem adotada pelo escritor modernista, em retorno “tanto aos conteúdos quanto às formas dessas crônicas, uma vez que as formas estéticas de linguagem e de expressão popular estão longe de serem triviais no projeto de Mário de Andrade.” Essas crônicas são reunidas neste volume. Além de observar as diferenças entre as populações, as culturas, as religiões e os hábitos nos Estados que visitou, e da sua preocupação com o registro da música, dos cantares, das danças, das manifestações artísticas populares, entre outras coisas, Mário de Andrade estava atento a tudo, como assinalam os organizadores no prefácio: “Crônicas sobre os detalhes da vida cotidiana e das paisagens, em que Mário se deixa tomar pelos quatro cantos da vista, conduzindo os leitores a lugares que talvez hoje só persistam em sua escrita.” Ponto de interesse dos relatos são também os encontros com amigos, desde os da convivência intelectual e artística (Cícero Dias, Jorge de Lima, José Lins do Rego, Câmara Cascudo, entre eles) até os que eram relevantes só para ele (o amigo comunista José, que reencontra no Rio) e casos de amizade que fez durante a viagem, como Laura Moura, com quem se estranha inicialmente, mas sobre quem acaba escrevendo um poema. AUTOR ISBN PÁGINAS Mário de Andrade 9786583744494 190

  • Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes | Casa Matinas

    Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes Capa Dura R$ 94,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Quinze das melhores histórias – sempre comoventes e surpreendentes – do mais famoso escritor inglês do século XIX, selecionadas e vertidas para o português por um dos maiores tradutores brasileiros. Autor de clássicos fundamentais da literatura universal como Oliver Twist , David Copperfield e As grandes esperanças , Charles Dickens (1812-1870) foi o escritor mais lido de sua época, a vitoriana, seja por meio do jornalismo, das histórias curtas (chamados muitas vezes de sketches – “esboços” em português – que não são propriamente contos e se aproximam mais de crônicas sociais) ou da ficção de maior fôlego, os romances, publicados em série nas páginas dos jornais. Com aguçada sensibilidade para perceber onde pulsava a vida da população de menos recursos materiais – mas que era riquíssima em imaginação, em costumes e, sobretudo, em grandes personagens – numa Londres que fervilhava nas ruas, Dickens desenvolveu uma linguagem rica que capturava o espírito do tempo como ninguém, e o traduzia para o novo gosto literário que se formava. Ele foi um dos primeiros grandes escritores a se utilizar da popularização do jornalismo para fazer grande literatura. Os relatos deste Histórias humanas saíram dos livros Sketches by Oz (1836), Pickwick Papers (1836-1837), Christmas Books (1843-1848) e Christmas Stories (1850-1867); eles cobrem quase toda a extensão da vida literária de Charles Dickens. Relações amorosas, familiares, de poder, ilusões, desilusões, tradições, status social, injustiças (e senso de justiça), amoralidade (e senso moral profundo), desigualdades e muita fantasia fazem o cardápio dessas histórias breves, escolhidas a dedo pelo poeta, editor, crítico e mentor literário de uma geração, José Paulo Paes (1926-1998). Paes foi um tradutor – dos melhores que o país já teve – assíduo e de interesse amplo. Ele verteu para o português, sempre em alto registro literário, obras de autores tão díspares quanto W. H. Auden, William Carlos Williams, Pietro Aretino, Konstantinos Kaváfis, Joseph Conrad, Ovídio, Giórgos Seféris, entre outros. A primeira edição de Histórias humanas saiu quando ele trabalhava na editora Cultrix, no começo dos anos 1960. José Paulo Paes ganhou o Prêmio Jabuti de tradução de obra literária em 1983; de estudo literários, por Gregos e baianos , em 1983; de literatura infantil por Poemas para brincar, 1991; e o livro de ficção do ano por Um passarinho me contou , em 1997. AUTOR ISBN PÁGINAS Charles Dickens 9786583744265 256

  • Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica | Casa Matinas

    Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Brochura R$ 34,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Devoto de Santa Teresinha, Ribeiro Couto, poeta e autor do romance Cabocla , visita a cidade francesa de Lisieux, onde fica o Carmelo da jovem mística, para agradecer a cura de sua tuberculose. Ribeiro Couto (1898-1963) diz que Santa Teresa de Jesus e da Santa Face ou Santa Teresa de Lisieux, como também é conhecida, “mais do que qualquer outra pessoa celeste, é essencialmente cotidiana”. Santa da suprema humildade. Santa das rosas. Marie-Françoise-Thérèse Martin entrou para o Carmelo (onde já estavam suas duas irmãs mais velhas) aos 15 anos, quebrando as regras que só permitiam à ida para o convento a partir dos 21 anos. É conhecido o episódio dela, menina, ajoelhando-se em Roma aos pés dos papa Leão XVIII e implorando pela autorização para se internar no Carmelo. Lá, com a saúde frágil, ela fazia as tarefas duras, como varrer o pátio e retirar as ervas daninhas do jardim. Mesmo antes de ser canonizada pelo papa Pio XI, em 1925, ela já era adorada pelos franceses que reconheciam a força da sua espiritualidade. Em 1997, foi proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II, e o papa Francisco, que era admirador, tem uma rosa branca periodicamente renovada em seu túmulo em homenagem à santinha, como também é conhecida entre nós. No prefácio desta obra, Elvia Bezerra, especialista em Ribeiro Couto, lembra que a santa só é conhecida pelo diminutivo afetivo, Teresinha, no Brasil — e que Couto afirma que ela “anima a alma do leitor com a sua superior vontade de realização”. Elvia relembra também que outro poeta, Manuel Bandeira, aliás grande amigo de Couto, fez um poema para ela, Oração a Teresinha do Menino Jesus . Ao final de sua peregrinação lírica por Lisieux, na Normandia, Ribeiro Couto escreve: “Vou pelas ruas transido de inquietação. Tenho a incerta lembrança de haver aberto janelas; de dentro voaram palavras, segredos, demônios. Meu Deus, que fiz eu?” AUTOR ISBN PÁGINAS Ribeiro Couto 9786583744272 76

  • Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica | Casa Matinas

    Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Capa Dura R$ 54,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Devoto de Santa Teresinha, Ribeiro Couto, poeta e autor do romance Cabocla , visita a cidade francesa de Lisieux, onde fica o Carmelo da jovem mística, para agradecer a cura de sua tuberculose. Ribeiro Couto (1898-1963) diz que Santa Teresa de Jesus e da Santa Face ou Santa Teresa de Lisieux, como também é conhecida, “mais do que qualquer outra pessoa celeste, é essencialmente cotidiana”. Santa da suprema humildade. Santa das rosas. Marie-Françoise-Thérèse Martin entrou para o Carmelo (onde já estavam suas duas irmãs mais velhas) aos 15 anos, quebrando as regras que só permitiam à ida para o convento a partir dos 21 anos. É conhecido o episódio dela, menina, ajoelhando-se em Roma aos pés dos papa Leão XVIII e implorando pela autorização para se internar no Carmelo. Lá, com a saúde frágil, ela fazia as tarefas duras, como varrer o pátio e retirar as ervas daninhas do jardim. Mesmo antes de ser canonizada pelo papa Pio XI, em 1925, ela já era adorada pelos franceses que reconheciam a força da sua espiritualidade. Em 1997, foi proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II, e o papa Francisco, que era admirador, tem uma rosa branca periodicamente renovada em seu túmulo em homenagem à santinha, como também é conhecida entre nós. No prefácio desta obra, Elvia Bezerra, especialista em Ribeiro Couto, lembra que a santa só é conhecida pelo diminutivo afetivo, Teresinha, no Brasil — e que Couto afirma que ela “anima a alma do leitor com a sua superior vontade de realização”. Elvia relembra também que outro poeta, Manuel Bandeira, aliás grande amigo de Couto, fez um poema para ela, Oração a Teresinha do Menino Jesus . Ao final de sua peregrinação lírica por Lisieux, na Normandia, Ribeiro Couto escreve: “Vou pelas ruas transido de inquietação. Tenho a incerta lembrança de haver aberto janelas; de dentro voaram palavras, segredos, demônios. Meu Deus, que fiz eu?” AUTOR ISBN PÁGINAS Ribeiro Couto 9786583744296 76

  • Vietnã do Norte: Advertência aos agressores | Casa Matinas

    Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Brochura R$ 59,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Antonio Callado, autor de Quarup , foi o único jornalista da América Latina a entrar no Vietnã do Norte, em 1968, ano mais violento da Guerra do Vietnã. Celebra-se, em 2025, os cinquenta anos do final da guerra que acabou em acachapante humilhação para a maior potência militar de todos os tempos, o exército americano, derrotado pelas forças regulares, as milícias e a população, na maioria camponesa, de um país pequeno e pobre, com parcos recursos bélicos. A saga do povo norte-vietnamita e seus aliados vietcongs é uma das maiores façanhas da História. Observador perspicaz, narrador fino e irônico, expoente do jornalismo literário em língua portuguesa, Antonio Callado, fica bastante impressionado com o que vê no calor dos fatos acontecendo: enquanto os EUA bombardeavam o Norte do país em uma intensidade jamais vista, uma das mais originais experiências humanas se construía: o papel preponderante da mulher – inclusive na luta armada –, a alfabetização da população em curto espaço de tempo, a originalidade do socialismo à Ho Chi Minh. A população norte-vietnamita se autoimpôs três tarefas para cada indivíduo: a produção de comida, a alfabetização e a guerra contra a invasão americana. No espaço de trinta anos, o Vietnã expulsou de seu território os japoneses, os franceses e os americanos, levando o Autor a chamar os cidadãos e as cidadãs do país de “profissionais da independência”. O jornalismo de Callado tinha um profundo senso de justiça social, a ponto de ele declarar, anos depois do lançamento de Vietnã do Norte – Advertência aos invasores: "Não fui ao Vietnã para descobrir quem tinha razão. Isso eu já sabia”. Além de Quarup, A madona de cedro e Bar Don Juan , entre outros, Antonio Callado é autor de um dos mais importantes romances políticos brasileiros, Reflexos do baile ; é também dramaturgo, autor de peças como Pedro Mico. Sua jornalística inclui ainda O esqueleto na lagoa verde (Companhia das Letras), um clássico do jornalismo literário brasileiro. AUTOR ISBN PÁGINAS Antonio Callado 9786583744036 122

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