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- A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes | Casa Matinas
A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes Grampeado (10x15) R$ 39,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição “A honestidade para com os outros e para consigo próprio foi o princípio que norteou a vida inteira de Emerson”, afirma José Paulo Paes na introdução deste que é um de seus principais ensaios. A confiança em si próprio ( Self-reliance , no título original em inglês), escrito em 1841, é um libelo contra o conformismo e contra a tendência das pessoas pautarem suas vidas pela pauta da vida dos outros. Emerson exorta as pessoas a empoderarem suas próprias ideias, em vez de seguir cegamente o aquilo que a sociedade prescreve em suas regras. “Que o homem conheça, pois, o seu próprio valor, e tenha as coisas sob o seu tacão”, afirma o filósofo. E mais: “Um homem deveria aprender a distinguir e contemplar este raio de luz que brilha através de sua mente, vindo do interior, vindo do interior, melhor que o brilho do firmamento de bardos e sábios”. Considerado como um do mais importantes textos de todo o pensamento norte-americano, A confiança em si próprio concentra as principais ideias do individualismo e do transcendentalismo de Ralph Waldo Emerson — a quem se atribui influência não só sobre seu amigo Henry Davi Thoureau ou sobre a poesia de Walt Whitman, mas também, fora dos EUA, sobre a filosofia de Friedrich Nietzsche. Emerson viajou por todo os EUA (de diligência, carroça, barco, trem e até trenó), pregando suas ideias; o contato direto com a população impactaria diretamente seu espírito. Como diz seu tradutor José Paulo Paes, essa experiência “tirou-lhe o ranço universitário, deu-lhe uma visão menos livresca do mundo e dos homens, ensinou-o a usar a saborosa linguagem das ruas, que lhe comunicaria ao estilo literário vigor e incisividade”. Paes selecionou e traduziu originalmente A confiança em si próprio para integrar a coletânea A arte de viver ensinada pelos clássicos (lançado pela editora Cultrix, onde ele era editor, no início da década de 1960 e reeditado pela casa matinas ). Esta editora está também fazendo sua edição em separado no lançamento da coleção Grampo. AUTOR ISBN PÁGINAS Ralph Waldo Emerson 9786583744531 64
- Dos livros: Tradução de José Paulo Paes | Casa Matinas
Dos livros: Tradução de José Paulo Paes Grampeado (10x15) R$ 39,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição O pensador francês que inventou, no séc. XVI, o ensaio gênero como gênero filosófico, reflete sobre como era seu relacionamento com os livros e com a leitura, em texto traduzido por José Paulo Paes. “E se sou homem de alguma leitura, sou-o também de nenhuma memória.”, afirma Michel Eyquem de Montaigne logo nos primeiros parágrafos do seu ensaio Do Livros . Quem imaginava o filósofo como um homem de grande rigor e método em suas leituras, dedicando-se a obras que exigem muita concentração do leitor, terá uma surpresa. Ele confessa entediar-se rapidamente com as leituras desafiadoras: “Quando encontro alguma dificuldade no curso da leitura, não fico a roer as unhas: passo adiante, depois de ter feito uma ou duas tentativas de resolvê-la.” Sua preferência recaía sobre os filósofos que tratam do “conhecimento de nós próprios” e que o ensinam “a morrer e viver bem”. Daí sua predileção por Plutarco e Sêneca, pois eles, entre outras coisas, “não requerem um longo esforço de atenção, de que sou incapaz.” Montaigne confessa também gostar de ler os historiadores, tanto os “simplórios como os excelentes”. Estes últimos, “terão a capacidade de escolher o que é digno de ser conhecido e de, entre duas informações, selecionar a mais verossímil.” Na apresentação que escreveu para este Dos Livros , o tradutor e poenta José Paulo Paes afirma que os Ensaios de Montaigne “pertencem ao pequeno acervo dos livros imortais, daqueles livros que, indiferentes à passagem do tempo e à sucessão das modas, estão sempre a oferecer, tão nova e válida como quando enunciada pela primeira vez, a sua mensagem de humanidade.” O ensaio foi traduzido originalmente para integrar a coletânea A arte de viver ensinada pelos clássicos , selecionada, traduzida e editada por Paes, e reeditada pela casa matinas . Dos livros inaugura a coleção Grampo da casa matinas , que é dedicada à publicação de ensaios únicos em formato de livro de pequenas dimensões. AUTOR ISBN PÁGINAS Michel de Montaign 9786583744524 44
- Catálogo | Casa Matinas
Coleções Árvore em pé A letra e o espírito E um até breve da mulher brasileira Clássico é clássico e vice-versa Eu, você, nós dois Grampo O Brasil não é longe daqui Se o homem morde o cachorro Socrácia Árvore em pé Ecos do Antropoceno Luiz Villares Brochura R$ 64,90 Saiba mais Ecos do Antropoceno Luiz Villares Capa Dura R$ 89,90 Saiba mais A letra e o espírito Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Ribeiro Couto Brochura R$ 34,99 Saiba mais Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Ribeiro Couto Capa Dura R$ 54,99 Saiba mais Clássico é clássico e vice-versa Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes Charles Dickens Brochura R$ 74,99 Saiba mais Histórias humanas: Seleção, tradução, prefácios e notas de José Paulo Paes Charles Dickens Capa Dura R$ 94,99 Saiba mais A arte de viver ensinada pelos clássicos Vários autores Brochura R$ 88,99 Saiba mais A arte de viver ensinada pelos clássicos Vários autores Capa Dura R$ 108,99 Saiba mais E um até breve da mulher brasileira Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil Maria Werneck Brochura R$ 49,99 Saiba mais Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil Maria Werneck Capa Dura R$ 69,99 Saiba mais Eu, você, nós dois Waly Salomão é uma VOZ ALTA José Simão Brochura R$ 59,99 Saiba mais Waly Salomão é uma VOZ ALTA José Simão Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Grampo A confiança em si próprio: Tradução de José Paulo Paes Ralph Waldo Emerson Grampeado (10x15) R$ 39,99 Saiba mais Dos livros: Tradução de José Paulo Paes Michel de Montaign Grampeado (10x15) R$ 39,99 Saiba mais O Brasil não é longe daqui Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) Mário de Andrade Brochura R$ 74,99 Saiba mais Nordestes: Diário de viagem (1928-1929) Mário de Andrade Capa Dura R$ 94,90 Saiba mais Se o homem morde o cachorro O jornalismo como gênero literário Alceu Amoroso Lima Brochura R$ 39,99 Saiba mais O jornalismo como gênero literário Alceu Amoroso Lima Capa Dura R$ 59,99 Saiba mais A imprensa e o dever da verdade Rui Barbosa Brochura R$ 44,99 Saiba mais A imprensa e o dever da verdade Rui Barbosa Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais Tempo de Arraes Antonio Callado Brochura R$ 59,99 Saiba mais Tempo de Arraes Antonio Callado Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Antonio Callado Brochura R$ 59,99 Saiba mais Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Antonio Callado Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo Caio Túlio Costa Brochura R$ 79,99 Saiba mais Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo Caio Túlio Costa Capa Dura R$ 99,90 Saiba mais A missão da imprensa Carlos Lacerda Brochura R$ 44,99 Saiba mais A missão da imprensa Carlos Lacerda Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais A imprensa na década republicana Carlos de Laet Brochura R$ 44,99 Saiba mais A imprensa na década republicana Carlos de Laet Capa Dura R$ 64,99 Saiba mais Um tipógrafo na colônia: Vida e obra de Silva Serva, precursor da imprensa Leão Serva Brochura R$ 49,99 Saiba mais Um tipógrafo na colônia: Vida e obra de Silva Serva, precursor da imprensa Leão Serva Capa Dura R$ 69,99 Saiba mais Socrácia Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle Georg W. F. Hegel Brochura R$ 52,99 Saiba mais Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle Georg W. F. Hegel Capa Dura R$ 72,99 Saiba mais Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki Immanuel Kant Brochura R$ 49,99 Saiba mais Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki Immanuel Kant Capa Dura R$ 79,99 Saiba mais
- Casa Matinas
A casa matinas nasce para dar nova vida a livros esgotados e fora de catálogo. Acreditamos que certas histórias, ideias e vozes são imperecíveis. Pode entrar, a casa é sua. A casa matinas nasce para dar nova vida a livros esgotados e fora de catálogo. Acreditamos que certas histórias, ideias e vozes são imperecíveis – e gostaríamos de contribuir para que elas nunca deixem de estar ao alcance de quem deseja lê-las. Usamos o print on demand (POD), um sistema que imprime o exemplar especialmente para você. Assim, evitamos desperdícios e tornamos o processo mais sustentável. Ainda estamos levantando as paredes e escolhendo com muito carinho tijolo por tijolo para construir esse espaço. Obrigado por fazer parte desse momento conosco! Inscreva-se para receber as novidades: Receber as novidades Obrigado!
- A casa é sua | Casa Matinas
Entenda os pilares, valores e missão da casa matinas. Puxe uma cadeira e sente-se conosco. SOBRE A CASA MATINAS Puxe uma cadeira e sente-se conosco. Nossa missão : Contribuir para perpetuar obras de conteúdo relevante que não estão acessíveis aos leitores. Nossa visão: Ver o que não está sendo visto. Como chegaremos lá: Apoiando-se no desenvolvimento da tecnologia de impressão sob demanda (POD), da produção de ebooks e audiobooks, e no uso de inteligência artificial sob controle dos nossos princípios editoriais, tornaremos essas obras disponíveis para os leitores. Nossos pilares: Valorização do trabalho do autor, por meio de uma participação equilibrada no resultado das vendas. Preservação ambiental utilizando matérias primas e processos de produção que evitam desperdícios e emissões de gases poluentes. Inserção do livro na economia circular incentivando a leitura consciente, que permita a durabilidade e a maior utilização de cada exemplar impresso. Nossos valores: Três S s e um A . S inceridade S ustentabilidade S implicidade A legria Nosso manifesto Livros imperecíveis tratam de histórias que resistem ao tempo. São narrativas, reportagens, ensaios, reflexões, memórias e poemas que seguem enriquecendo a imaginação, ampliam o conhecimento, dão valor às emoções e inspiram novas leituras. Nosso desejo é deixar esses livros disponíveis e ser uma alternativa para obras de qualidade que não encontram caminhos no mercado tradicional. Somos a casa matinas. Puxe uma cadeira e sente-se conosco: aqui, os livros não desaparecem com o tempo – eles permanecem vivos. Nossos livros Nós usamos o papel Pólen Natural para as páginas e o papel cartão Reciclato para as capas, ambos produtos nacionais produzidos para serem ambientalmente mais corretos pela Suzano, empresa certificada PFC e FSC. Todas as letras que usamos foram desenhadas por designer tipográficos brasileiros, desde a fonte do logotipo criada por Amanda Piva, à utlilização nos textos das fontes Adriane Text e Stevie Sans, desenvolvidas por Marconi Lima, da fundição digital Typefolio.
- Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo | Casa Matinas
Cale-se: 70 dias que abalaram São Paulo Capa Dura R$ 99,90 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Uma reportagem que descreve os 70 dias que abalaram São Paulo em 1973, desde o assassinato do estudante Alexandre Vanucchi Leme ao show em que Gilberto Gil canta a música proibida Cálice, desafiando o regime militar. Minhoca (nome de guerra do estudante), é sequestro, torturado e morto no DOI-CODI; o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns reza a missa de 7º dia e é acusado de quase provocar um “banho de sangue”; Chico Buarque e Gilberto Gil são proibidos de cantar Cálice, no mesmo festival em que as cantoras Maria Bethânia e Gal Costa protagonizam um beijo sáfico, de grande repercussão; diante do enorme número de prisões de estudantes, renasce o movimento estudantil; Gil, em um gesto de rebeldia civil, canta a música proibida em show histórico. Esses 70 dias são minuciosamente descritos nessa versão atualizada de Cale-se, reportagem de Caio Túlio Costa -- vencedor, em 2009, do Prêmio Jabuti com o livro Ética, jornalismo e nova mídia. 1973 foi um dos anos mais violentos da repressão militar na capital paulista; como reação, os estudantes passaram a se organizar e a se articularem com a sociedade civil, em movimento que, anos depois, levaria às campanhas pela anistia e pelas eleições diretas para presidente da República. O livro mostra como os estudantes se organizaram para defender os direitos humanos, as dores e traumas dos familiares de seus colegas torturados e mortos, o modus operandi dos policiais do DOI-COD, a utilização de “cachorros” (militantes de esquerda que passaram a ser informantes da repressão), uma inusitada correspondência entre Dom Paulo e o ministro da Educação da Ditadura, Jarbas Passarinho, as querelas sobre arte e política entre os estudantes e os “tropicalistas”, o início do chamado período do “desbunde”, dos movimentos alternativos, e das afirmações LGTB. Em narrativa inovadora, Caio Túlio Costa se vale de um recurso do jornalismo literário, a utilização de diálogos, que acentuam a dramaticidade e o clima de medo que reinava no período descrito pelo livro. AUTOR ISBN PÁGINAS Caio Túlio Costa 9786583744029 288
- Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil | Casa Matinas
Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil R$ 69,99 Capa Dura Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição As memórias do cárcere feminino que reuniu um grupo de mulheres extraordinárias, entre elas, a autora, Nise da Silveira, Olga Benário, Eugenia Moreyra, Noêmia Brandão e Eneida. No final de 1935, loga após o Levante Comunista, iniciou-se um processo de prisão, na antiga Casa da Detenção, no Rio de Janeiro, de mulheres que participavam de movimento antifascistas, fossem eles diretamente ligados ao Partido Comunista do Brasil (PCB) ou não. Numa sala com 16 camas e uma mesa única para refeições, batizada de Sala 4, ao longo dos próximos meses, ficaram detidas as mulheres que deram passos importantes para criação de uma consciência feminista num tempo em que, como ressalta Elvia Bezerra na nota de apresentação deste livro, o voto não era obrigatório para as elas e “suas vozes não eram ouvidas, ou, se ouvidas, desrespeitadas”. Cinquenta anos depois da prisão, Maria Moraes Werneck de Castro, advogada, uma das líderes da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e atuante na ALN (Aliança e da Aliança Libertadora Nacional), a segunda presa política a ser encaminhada à Sala 4, escreveu suas memórias desse período violento do governo de Getúlio Vargas, ainda antes do Estado Novo. Pela Sala 4 passaram mulheres notáveis como Olga Benario — que, dali, foi deportada para a Alemanha Nazista, onde seria morta em campo de concentração. Maria Werneck acompanhou-a até os seus momentos finais no Brasil; a psiquiatra Nise da Silveira, pioneira do Museu de Imagens do Inconsciente; considerada como a primeira repórter brasileira e libertária nos costumes Eugênia Moreyra; a pintora Noemia Mourão, casada com Di Cavalcanti; Eneida (de Moraes), jornalista e escritora, autora da História do carnaval carioca ; a militante comunista alemão Elise Ewert, que foi brutalmente torturada. Na ala masculina, na Casa de Detenção, estava, entre outros, o escritor Graciliano Ramos, que narra nas Memórias do Cárcere a sua convivência com as mulheres detidas na Sala 4. AUTOR ISBN PÁGINAS Maria Werneck 9786583744326 145
- Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle | Casa Matinas
Introdução aos cursos de filosofia da história: Tradução, apresentação e notas de Oliver Tolle R$ 52,99 Brochura Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Compilada por seus alunos em Berlim e publicada postumamente em 1837, a obra nos chega em nova tradução, clara e compreensível, feita pelo professor Oliver Tolle, da Universidade de São Paulo. Hegel (1770-1831) viveu em época turbulenta: a revolução francesa e o terror que a seguiu, as guerras napoleônicas, o colapso do Sacro Império Romano-Germânico e o fortalecimento dos nacionalismos. “Mas o que a experiência e a história ensinam é isso: que povos e governos jamais aprenderam algo da história e jamais agiram segundo ensinamentos que pudessem ser extraídos dela”, afirma nesta Introdução aos cursos de filosofia da história . Segundo Hegel, a história tem três momentos: no Oriente, onde só soberano era livre; no período greco-romano, onde alguns eram livres, mas existiam muitos escravos; e no mundo germânico-cristão, onde todos os homens são livres por natureza. Ela se define como o desenvolvimento da consciência da liberdade do espírito, espírito do qual “a formação do Estado é sua destinação última, um Estado que não apenas lhe dê proteção contra seus semelhantes, como ensinou Hobbes, mas também permita o pleno desenvolvimento como seres dotados da faculdade do conhecimento”, observa Oliver Tolle na apresentação. E, ainda segundo o filósofo, a história foi sendo construída em três fases: a) a história originária, narrada por aqueles que estiveram próximos aos acontecimentos, como Heródoto ou Tucídides; b) a história refletida (ou reflexiva), que tem formas variadas, podendo ser a história universal, a história crítica, a história pragmática e, por fim, a história que se faz como história parcial, por exemplo a história da arte ou da religião abstraída do restante; c) a história filosófica, que é capaz efetivamente de capturar a ordem espiritual subjacente aos principais eventos mundiais, posto que a “razão governa o mundo”. Tolle diz que “dentre as obras de Hegel, talvez esses Cursos de filosofia da história sejam uma das melhores portas de acesso para a compreensão de sua filosofia”. Um dos mais importantes filósofos alemães e representante do Idealismo Absoluto, ele é também autor da Fenomenologia do espírito e Diretrizes da filosofia do direito , a qual tem trechos incluídos neste volume. AUTOR ISBN PÁGINAS Georg W. F. Hegel 9786583744364 149
- Tempo de Arraes | Casa Matinas
Tempo de Arraes Brochura R$ 59,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Reportagem sobre a “primavera pernambucana”, a mais avançada experiência em política social feita por um Estado brasileiro, durante o primeiro governo de Miguel Arraes, cassado pela ditadura militar. Grande peça do jornalismo brasileiro, nela o escritor Antonio Callado retrata o período em que Pernambuco viveu um dos grandes momentos da história regional do Brasil, com seus personagens destacados como o educador Paulo Freire; o deputado Francisco Julião das ligas camponesas; o comunista Gregório Bezerra; e uma das mulheres mais notáveis do período, a líder camponesa Elizabeth Teixeira, que anos depois seria personagem do excelente documentário de Eduardo Coutinho, Cabra marcado para morrer . O autor publicou suas matérias sobre a “primavera pernambucana” no Jornal do Brasil entre dezembro de 1963 e janeiro de 1964: quando elas saíram em livro, Tempo de Arraes: padres e comunistas na revolução sem violência , o governo Arraes já havia sido deposto pelo golpe de 1º de Abril de 64, o que levou Callado a escrever um contundente e corajoso prefácio para a edição realizada pela José Álvaro Editor, do Rio de Janeiro. Miguel Arraes foi preso e depois partiu para um longo exílio na Argélia, de onde escreveu um texto sobre a reportagem de seu efêmero governo feita pelo autor de Quarup , incluído com posfácio deste livro. Espiando os fatos em perspectiva histórica e com a obrigação moral de estar do lado da justiça social, Antonio Callado, ao se chocar com exemplos aberrantes das iniquidades da região, produz momentos marcantes de grande literatura em sua narrativa jornalística: “Isto, boi vivo ao lado de gente que morre de fome, não havia nas cidades com peste da Idade Média”. Ou: “Para eles [os latifundiários], razão, como o banheiro, só na casa-grande”. Ao longo dos anos 1950 e 1960, realizou três influentes coberturas sobre a situação do Nordeste brasileiro, marcado por profundas desigualdades sociais e pelas severas crises climáticas por conta das secas prolongadas. A primeira, em 1953, com reportagens publicadas no Correio da Manhã , resultou no livro A seca fria ; a segunda cobertura, realizada em 1959 – de imensa repercussão quando as matérias foram publicadas também no Correio da Manhã – saiu no livro Os industriais da seca e os “galileus” de Pernambuco ; e, completando a “trilogia do Nordeste”, este Tempo de Arraes , que figura entre os mais importantes trabalhos da jornalística de Antonio Callado . Além de Quarup , A madona de cedro e Bar Don Juan , entre outros, Antonio Callado é autor de um dos mais importantes romances políticos brasileiros, Reflexos do baile . Ele foi o único jornalista latino-americano a entrar no Vietnã do Norte durante a guerra no sudeste asiático, e esta cobertura está no livro Vietnã do Norte , publicado pela casa matinas . Sua jornalística inclui ainda O esqueleto na lagoa verde (Companhia das Letras), um clássico do jornalismo literário brasileiro. Callado era também dramaturgo e, das andanças pelo Nordeste, escreveu a peça Forró do Engenho Cananeia , em 1964. AUTOR ISBN PÁGINAS Antonio Callado 9786583744098 152
- Política de Privacidade | Casa Matinas
Conheça a Política de Privacidade da Casa Matinas: como coletamos, usamos e protegemos seus dados. Política de privacidade A casa matinas respeita a sua privacidade e se compromete com a proteção dos dados pessoais coletados por meio deste site. 1. Coleta de Dados Não coletamos ou armazenamos dados pessoais identificáveis dos visitantes deste site sem o seu consentimento explícito. As informações coletadas são anônimas e utilizadas exclusivamente para fins de análise de comportamento de navegação e estratégias de marketing. 2. Uso das Informações As informações obtidas são utilizadas para: Entender como os visitantes interagem com o site; Melhorar a navegação, estrutura e conteúdo das páginas; Apoiar ações de marketing e divulgação de produtos editoriais. Todos os dados são analisados de forma agregada, sem identificação individual dos usuários. 3. Cookies e Tecnologias Semelhantes Este site pode utilizar cookies para melhorar a experiência do usuário. O uso de cookies é padrão na internet e você pode, a qualquer momento, gerenciar ou desativar esses arquivos nas configurações do seu navegador. 4. Compartilhamento de Dados A casa matinas não compartilha, vende ou transfere quaisquer informações coletadas a terceiros, exceto quando exigido por lei. 5. Consentimento Ao continuar a navegação neste site, você concorda com os termos desta Política de Privacidade. 6. Alterações na Política Esta política pode ser atualizada periodicamente. Recomendamos que você a revise ocasionalmente para estar ciente de quaisquer modificações. 7. Contato Se você tiver dúvidas sobre esta Política de Privacidade ou sobre como lidamos com dados, entre em contato pelo e-mail: comunicacao@casamatinas.com
- Tempo de Arraes | Casa Matinas
Tempo de Arraes Capa Dura R$ 79,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Reportagem sobre a “primavera pernambucana”, a mais avançada experiência em política social feita por um Estado brasileiro, durante o primeiro governo de Miguel Arraes, cassado pela ditadura militar. Grande peça do jornalismo brasileiro, nela o escritor Antonio Callado retrata o período em que Pernambuco viveu um dos grandes momentos da história regional do Brasil, com seus personagens destacados como o educador Paulo Freire; o deputado Francisco Julião das ligas camponesas; o comunista Gregório Bezerra; e uma das mulheres mais notáveis do período, a líder camponesa Elizabeth Teixeira, que anos depois seria personagem do excelente documentário de Eduardo Coutinho, Cabra marcado para morrer . O autor publicou suas matérias sobre a “primavera pernambucana” no Jornal do Brasil entre dezembro de 1963 e janeiro de 1964: quando elas saíram em livro, Tempo de Arraes: padres e comunistas na revolução sem violência , o governo Arraes já havia sido deposto pelo golpe de 1º de Abril de 64, o que levou Callado a escrever um contundente e corajoso prefácio para a edição realizada pela José Álvaro Editor, do Rio de Janeiro. Miguel Arraes foi preso e depois partiu para um longo exílio na Argélia, de onde escreveu um texto sobre a reportagem de seu efêmero governo feita pelo autor de Quarup , incluído com posfácio deste livro. Espiando os fatos em perspectiva histórica e com a obrigação moral de estar do lado da justiça social, Antonio Callado, ao se chocar com exemplos aberrantes das iniquidades da região, produz momentos marcantes de grande literatura em sua narrativa jornalística: “Isto, boi vivo ao lado de gente que morre de fome, não havia nas cidades com peste da Idade Média”. Ou: “Para eles [os latifundiários], razão, como o banheiro, só na casa-grande”. Ao longo dos anos 1950 e 1960, realizou três influentes coberturas sobre a situação do Nordeste brasileiro, marcado por profundas desigualdades sociais e pelas severas crises climáticas por conta das secas prolongadas. A primeira, em 1953, com reportagens publicadas no Correio da Manhã , resultou no livro A seca fria ; a segunda cobertura, realizada em 1959 – de imensa repercussão quando as matérias foram publicadas também no Correio da Manhã – saiu no livro Os industriais da seca e os “galileus” de Pernambuco ; e, completando a “trilogia do Nordeste”, este Tempo de Arraes , que figura entre os mais importantes trabalhos da jornalística de Antonio Callado . Além de Quarup , A madona de cedro e Bar Don Juan , entre outros, Antonio Callado é autor de um dos mais importantes romances políticos brasileiros, Reflexos do baile . Ele foi o único jornalista latino-americano a entrar no Vietnã do Norte durante a guerra no sudeste asiático, e esta cobertura está no livro Vietnã do Norte , publicado pela casa matinas . Sua jornalística inclui ainda O esqueleto na lagoa verde (Companhia das Letras), um clássico do jornalismo literário brasileiro. Callado era também dramaturgo e, das andanças pelo Nordeste, escreveu a peça Forró do Engenho Cananeia , em 1964. AUTOR ISBN PÁGINAS Antonio Callado 9786583744111 152
- A imprensa e o dever da verdade | Casa Matinas
A imprensa e o dever da verdade Capa Dura R$ 64,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Texto imprescindível sobre a ética e a independência da imprensa, escrito em 1920 por Rui Barbosa, ele mesmo diretor de redação e colaborador ativo dos periódicos do Império e da Primeira República. Homem de notório interesse público, o advogado, tribuno, político e intelectual considerava-se sobretudo um jornalista, “a mais nobre das profissões”, como ele afirma neste A imprensa e o dever da verdade — uma das mais lidas e estudadas reflexões sobre a imprensa no Brasil. A época de Rui Barbosa são os anos em que os jornais passam a influenciar profundamente a vida das pessoas e, por isso, ele via no jornalismo não só uma fonte de informação, mas também um papel civilizatório. As primeiras décadas da República no Brasil foram marcadas por inúmeros embates com e entre os jornais (veja o livro A imprensa na década republicana , de Carlos de Laet, também publicado pela casa matinas ). Havia proibições e censuras, além de violência física contra jornalistas e empastelamentos de redações e oficinas dos periódicos. Não faltava também a suspeita de compra de jornais e jornalistas por quem estava no poder — confessada inclusive pelo ex-presidente da República, Campos Salles. Este é um dos temas centrais de Rui Barbosa neste livro. “Um país de imprensa degenerada ou degenerescente é, portanto, um país cego e um país miasmado, um país de ideias falsas e sentimentos pervertidos, um país, que, explorado na sua consciência, não poderá lutar com os vícios, que lhe exploram as instituições”, diz ele. E complementa: “Não há, para qualquer sociedade, maior desgraça que a de uma imprensa deteriorada, servilizada ou mercantilizada”. Escrita para ser lida em conferência em prol do Abrigo dos Filhos do Povo, de Salvador (BA), A imprensa e o dever da verdade é considerada — ao lado de Oração aos moços , outra conferência dele, da mesma época — uma das peças mais importantes do legado intelectual e moral deixado por Rui Barbosa. AUTOR ISBN PÁGINAS Rui Barbosa 9786583744203 89






