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- Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki | Casa Matinas
Sobre a vida: Seleção, tradução, introdução e notas de Márcio Suzuki R$ 79,99 Capa Dura Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Nesta seleção e tradução inéditas, as lições sobre a vida e o viver em sociedade tiradas dos cursos que um dos mais importantes filósofos de língua alemã ministrou na segunda metade do séc. XVIII. Bem mais leves, claros e compreensíveis para o leitor não habituado com a filosofia do que o núcleo duro da obra de Kant (crítica da razão pura, da razão prática e do juízo), com as quais, entretanto, dialogam, as aulas abordam, entre outras questões, o erro dos sentidos, a ilusão e o engano, a aparência, o contentamento, o humor, a tolice, a estultice, a satisfação, a equanimidade, o prazer e o desprazer (e também os hábitos de jogar baralho e fumar cachimbos.) “Sem princípios ninguém é feliz; neles está a fonte da felicidade, e feliz é aquele que trabalha nisso precocemente na juventude”, afirma Immanuel Kant em uma das aulas dos cursos de Antropologia que dava na sua cidade natal, para jovens muitas vezes sem muitos recursos. A partir de seus apontamentos e das anotações dos alunos da Universidade Albertina de Königsberg, cidade que então fazia parte da Prússia (hoje Kaliningrado, enclave russo entre a Lituânia e a Polônia), Márcio Suzuki, professor de Estética na faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, selecionou e traduziu trechos sobre o tema vida , que aparece centenas de vezes nos cursos. Segundo o tradutor, Kant, chamado de elegante magister pela sua maneira apurada de se vestir e hábitos refinados, pretendia, mais do que passar conhecimentos, “formar cidadãos do mundo”, instruir os estudantes para a vida: “o saber não pode ser conhecimento para a escola, mas conhecimento para o mundo .” E, conhecer o mundo significa, para ele, conhecer “o homem em todas as condições”. Márcio Suzuki é autor de O gênio romântico (Iluminuras), A forma e o sentimento do mundo e O sonho é o monograma da vida (Editora 34) e tradutor, entre outros, de Heinrich Heine, Friedrich Schiller, Friedrich Schlegel e David Hume. AUTOR ISBN PÁGINAS Immanuel Kant 9786583744449 134
- Waly Salomão é uma VOZ ALTA | Casa Matinas
Waly Salomão é uma VOZ ALTA Brochura R$ 59,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição José Simão escreve suas memórias de quarenta anos de profunda amizade e colaboração criativa com o poeta, letrista, diretor de shows hist óricos e livre pensador cultural Waly Dias Salomão. Nos anos 1970 — época da contracultura, da poesia marginal e das chamadas dunas da Gal na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, e também de violenta repressão pela ditadura cívico-militar — o paulistano José Simão encontra o baiano Waly Salomão (que à época assinava Sailormoon) e passam a viver uma intensa atividade conjunta na vida e na criação artística. Simão está na antológica foto, feita por Ivan Cardoso, da capa do livro de estreia de Waly, Me segura qu’eu vou dar um troço , de 1972, marco da poesia independente brasileira. Simão colaborou ainda no Super 8 ALFA ALFAVELLA VILLE e no poema visual com o mesmo tema na praia de Copacabana, durante o lançamento da fundamental revista Navilouca . Simão recorda-se das apresentações de FA-TAL, o show de Gal Costa dirigido por Waly Salomão, marco da contracultura brasileira (nele a cantora interpretava uma das canções fundamentais do seu repertório, Vapor Barato , que tem letra de Waly e música de Jards Macalé), de Maria Bethânia, dos artistas Hélio Oiticica e Luciano Figueiredo, de Jorge Salomão (irmão de Waly), dos poetas Antônio Cícero e Torquato Neto, do compositor e cantor Luiz Melodia, de Antonio Salomão, sobrinho de Waly, com quem foi casado, entre outras e outros. Descendentes de árabes, eles viveram na Bahia durante parte dos 70 e dos 80, foram algumas vezes juntos a Jequié, cidade natal de Waly Salomão, passaram por momentos de muito de medo durante os momentos mais difíceis da ditadura. Quando saiu da prisão, em São Paulo, por porte de maconha, Waly foi diretamente se encontrar com Simon, como ele chamava o amigo. José Simão revela ainda que Waly tinha o projeto de escrever um poema longo, influenciado pelos Cantos , de Ezra Pound, e inspirado pelo rio da sua aldeia, como diria Fernando Pessoa, o Rio das Contas. AUTOR ISBN PÁGINAS José Simão 9786583744463 136
- A imprensa na década republicana | Casa Matinas
A imprensa na década republicana Brochura R$ 44,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição “A primeira e a mais eficaz garantia da liberdade das urnas é a liberdade da imprensa, e a imprensa está amordaçada”, afirma o autor, um dos mais importantes e polêmicos jornalistas de sua época. Monarquista combativo na Primeira República, dos maiores conhecedores da língua portuguesa (chegava a polemizar que Rui Barbosa não conhecia sua língua tão quanto ele), Carlos Maximiniano Pimenta de Laet (1847-1927), foi professor a vida inteira e jornalista incansável. Neste texto, de 1899, publicado pela primeira vez em um livro dedicado exclusivamente a ele (inicialmente, era um capítulo do segundo volume, de oito, da coleção A década republicana ), Laet faz uma espécie de recenseamento dos ataques recebidos pelos jornais de oposição pelos governos de Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Prudente de Moraes, o primeiro presidente civil. Nesse período conturbado politicamente, não faltaram censura, empastelamento de gráficas, violência e até assassinatos de jornalistas e trabalhadores nas gráficas dos jornais. A passagem do final do Império para a República foi um período particularmente intenso da imprensa brasileira. Carlos de Laet era colaborador assíduo na maioria deles. Sua longeva coluna Microcosmo, foi publicada por dez no Jornal do Commercio , transferindo-se depois, para O Paiz , dois dos mais influentes jornais da época. Colaborou também com o Jornal do Brasil , o Comércio de São Paulo e Jornal . Dirigiu os veículos monarquistas Tribuna Liberal e Brazil . Uma das passagens mais importantes de A imprensa na década republicana , é o diálogo que ele tem com outro importante jornalista (e político) do período, Quintino Bocaiuva, então um dos homens fortes do governo provisório de Deodoro, levando Bocaiuva a assumir que a censura à imprensa estava em vigor logo nos primeiros dias republicanos. Esta edição inclui uma conferência dada por Carlos de Laet no Círculo Católico da Mocidade, no Rio de Janeiro, sobre o que ele chama de “a tirania da imprensa”. Nela, o autor toca nas questões ainda vivas mais de 120 anos depois, mormente nas redes sociais, sobre os crimes de injúria e difamação – tão comuns nas páginas do jornais da virada do século XIX para o XX. Sua fala nesse círculo também está repleta do que seus contemporâneos assinalavam com a marca do jornalista: sua natureza polemista, sempre abrilhantada pela ironia. Essas características levaram o historiador da imprensa brasileira Nelson Werneck Sodré a chamá-lo de “argumentador ágil e corrosivo”. Gilberto Amado dizia que a “sua colaboração para o anedotário nacional é enorme e incomparável”. Carlos de Laet é fundador da cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras, da qual foi presidente entre 1919 e 1922. Uma de suas polêmicas mais famosas foi com o escritor português Camilo Castelo Branco. Perseguido pelas forças republicanas, refugiou-se em São João de Rei (MG), onde escreveu seu principal livro, Em Minas . AUTOR ISBN PÁGINAS Carlos de Laet 9786583744159 117
- Waly Salomão é uma VOZ ALTA | Casa Matinas
Waly Salomão é uma VOZ ALTA Capa Dura R$ 79,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição José Simão escreve suas memórias de quarenta anos de profunda amizade e colaboração criativa com o poeta, letrista, diretor de shows históricos e livre pensador cultural Waly Dias Salomão. Nos anos 1970 — época da contracultura, da poesia marginal e das chamadas dunas da Gal na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, e também de violenta repressão pela ditadura cívico-militar — o paulistano José Simão encontra o baiano Waly Salomão (que à época assinava Sailormoon) e passam a viver uma intensa atividade conjunta na vida e na criação artística. Simão está na antológica foto, feita por Ivan Cardoso, da capa do livro de estreia de Waly, Me segura qu’eu vou dar um troço , de 1972, marco da poesia independente brasileira. Simão colaborou ainda no Super 8 ALFA ALFAVELLA VILLE e no poema visual com o mesmo tema na praia de Copacabana, durante o lançamento da fundamental revista Navilouca . Simão recorda-se das apresentações de FA-TAL, o show de Gal Costa dirigido por Waly Salomão, marco da contracultura brasileira (nele a cantora interpretava uma das canções fundamentais do seu repertório, Vapor Barato , que tem letra de Waly e música de Jards Macalé), de Maria Bethânia, dos artistas Hélio Oiticica e Luciano Figueiredo, de Jorge Salomão (irmão de Waly), dos poetas Antônio Cícero e Torquato Neto, do compositor e cantor Luiz Melodia, de Antonio Salomão, sobrinho de Waly, com quem foi casado, entre outras e outros. Descendentes de árabes, eles viveram na Bahia durante parte dos 70 e dos 80, foram algumas vezes juntos a Jequié, cidade natal de Waly Salomão, passaram por momentos de muito de medo durante os momentos mais difíceis da ditadura. Quando saiu da prisão, em São Paulo, por porte de maconha, Waly foi diretamente se encontrar com Simon, como ele chamava o amigo. José Simão revela ainda que Waly tinha o projeto de escrever um poema longo, influenciado pelos Cantos , de Ezra Pound, e inspirado pelo rio da sua aldeia, como diria Fernando Pessoa, o Rio das Contas. AUTOR ISBN PÁGINAS José Simão 9786583744487 136
- O jornalismo como gênero literário | Casa Matinas
O jornalismo como gênero literário Brochura R$ 39,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Uma obra de referência sobre o Jornalismo Literário; o autor, pensador erudito e intelectual engajado nas grandes questões de seu tempo, faz um amplo painel dos gêneros literários, entre os quais inclui o tipo de jornalismo que trabalha sua escrita com “ênfase no meio de expressão”. Escrito em 1958, o ensaio de Alceu Amoroso Lima, que também assinava com o pseudônimo de Tristão de Athayde, participa de uma longa tradição nos estudos brasileiros das relações entre jornalismo e literatura – o Brasil é um dos países onde o Jornalismo Literário tem presença ampla. Sua observação de que “o destino da liberdade, em nossos dias, está intimamente ligado aos destinos da imprensa”, permanece atualíssima quase 70 anos depois, quando o mundo vive sob o império das fake news e da desinformação das redes sociais. Vislumbrando a polarização para a qual a humanidade se encaminharia nas décadas seguintes, ele afirma que o sectarismo é deformante, “tanto o sectarismo governista como o sectarismo oposicionista. Tanto o sectarismo da esquerda como o sectarismo da direita”. Apoiando-se em estudos filosóficos de estética, da classificação dos gêneros literários e das ideias de autores como o escritor francês André Gide e o crítico brasileiro Antônio Olinto, um dos pioneiros no estudo das conexões entre literatura e jornalismo no país, O jornalismo como gênero literário é um clássico sobre o tema. Alceu Amoroso Lima (1893-1983), um dos principais pensadores católicos do Brasil, foi crítico literário, jornalista, professor, diplomata, autor de cerca de 70 livros e membro da Academia Brasileira de Letras; teve atuação firme como opositor ao cerceamento da liberdade por parte da ditadura militar do período 1964-1985. Ganhou o Prêmio Jabuti de personalidade literária em 1979. Uma de suas formulações mais conhecidas é: “Os solitários são os verdadeiros mestres da sociabilidade, pois o amor ao próximo nutre-se dos frutos do deserto. E se o silêncio é a voz de Deus, a solidão é a sua presença ”. AUTOR ISBN PÁGINAS Alceu Amoroso Lima 9786583744067 82
- A arte de viver ensinada pelos clássicos | Casa Matinas
A arte de viver ensinada pelos clássicos Brochura R$ 88,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Nessa páginas encontram-se 78.167 palavras de pura sabedoria e lições de viver, escritas por eminentes filósofos e pensadores desde o Oriente, passando pela antiguidade e chegando até o séc. XIX. Na quarta-capa da sua primeira edição, lançada em 1962, lia-se: “Este precioso livro reúne ensaios, máximas e fragmentos de Confúcio, Epicuro, Cícero, Sêneca, Plutarco, Epicteto, Marco Aurélio, Boécio, Vives, Montaigne, Bacon, Pascal, Manuel Bernardes, Marquês de Maricá e Emerson, acerca dos magnos problemas da existência — a felicidade, a amizade, o estudo, a adversidade, a conduta, a alegria, a fraternidade, o amor, a fé, a confiança, a dor, a morte — e sobre como encará-los serena e sensatamente”. Criteriosamente selecionados e vertidos para o português por um dos nossos maiores tradutores, o poeta José Paulo Paes — à época editor em uma das principais casas do país, a Cultrix — , esta obra traz também o perfil biográfico de cada um dos 15 autores, escritas pelo tradutor. A atual edição foi acrescida de 218 notas biográficas e de contextualização, que facilitam a sua leitura. Veja algumas reflexões que se encontram nesta obra: “Ler sem meditar no que se lê traz confusão mental. Meditar sem ler traz insegurança”, disse Confúcio. “Quando nos bastamos a nós mesmos, chegamos a possuir o bem inestimável que é a liberdade”, afirma Epicuro. “Se queres aprender algo, lê-o de noite, quatro ou cinco vezes, com grandíssima atenção, e pergunta-o de manhã, à memória”, sugere Vives. “Toda a vez que admirares como superior a ti um homem conduzido numa liteira, não te esqueças de olhar também para os carregadores”, adverte Plutarco. “Certos livros devem ser provados; outros engolidos; uns poucos mastigados e digeridos”, observa Francis Bacon. “Um homem de verdade é toda uma causa, todo um país, toda uma época”, escreve Emerson. “Três sortes de pessoas são infelizes na lei de Deus: o que não sabe, e não pergunta: o que sabe, e não ensina: o que ensina, e não faz”, comenta Manuel Bernardes. AUTOR ISBN PÁGINAS Vários autores 9786583744333 232
- Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil | Casa Matinas
Sala 4: a primeira prisão política feminina do Brasil R$ 49,99 Brochura Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição As memórias do cárcere feminino que reuniu um grupo de mulheres extraordinárias, entre elas, a autora, Nise da Silveira, Olga Benário, Eugenia Moreyra, Noêmia Brandão e Eneida. No final de 1935, loga após o Levante Comunista, iniciou-se um processo de prisão, na antiga Casa da Detenção, no Rio de Janeiro, de mulheres que participavam de movimento antifascistas, fossem eles diretamente ligados ao Partido Comunista do Brasil (PCB) ou não. Numa sala com 16 camas e uma mesa única para refeições, batizada de Sala 4, ao longo dos próximos meses, ficaram detidas as mulheres que deram passos importantes para criação de uma consciência feminista num tempo em que, como ressalta Elvia Bezerra na nota de apresentação deste livro, o voto não era obrigatório para as elas e “suas vozes não eram ouvidas, ou, se ouvidas, desrespeitadas”. Cinquenta anos depois da prisão, Maria Moraes Werneck de Castro, advogada, uma das líderes da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e atuante na ALN (Aliança e da Aliança Libertadora Nacional), a segunda presa política a ser encaminhada à Sala 4, escreveu suas memórias desse período violento do governo de Getúlio Vargas, ainda antes do Estado Novo. Pela Sala 4 passaram mulheres notáveis como Olga Benario — que, dali, foi deportada para a Alemanha Nazista, onde seria morta em campo de concentração. Maria Werneck acompanhou-a até os seus momentos finais no Brasil; a psiquiatra Nise da Silveira, pioneira do Museu de Imagens do Inconsciente; considerada como a primeira repórter brasileira e libertária nos costumes Eugênia Moreyra; a pintora Noemia Mourão, casada com Di Cavalcanti; Eneida (de Moraes), jornalista e escritora, autora da História do carnaval carioca ; a militante comunista alemão Elise Ewert, que foi brutalmente torturada. Na ala masculina, na Casa de Detenção, estava, entre outros, o escritor Graciliano Ramos, que narra nas Memórias do Cárcere a sua convivência com as mulheres detidas na Sala 4. AUTOR ISBN PÁGINAS Maria Werneck 9786583744302 145
- A arte de viver ensinada pelos clássicos | Casa Matinas
A arte de viver ensinada pelos clássicos Capa Dura R$ 108,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Nessa páginas encontram-se 78.167 palavras de pura sabedoria e lições de viver, escritas por eminentes filósofos e pensadores desde o Oriente, passando pela antiguidade e chegando até o séc. XIX. Na quarta-capa da sua primeira edição, lançada em 1962, lia-se: “Este precioso livro reúne ensaios, máximas e fragmentos de Confúcio, Epicuro, Cícero, Sêneca, Plutarco, Epicteto, Marco Aurélio, Boécio, Vives, Montaigne, Bacon, Pascal, Manuel Bernardes, Marquês de Maricá e Emerson, acerca dos magnos problemas da existência — a felicidade, a amizade, o estudo, a adversidade, a conduta, a alegria, a fraternidade, o amor, a fé, a confiança, a dor, a morte — e sobre como encará-los serena e sensatamente”. Criteriosamente selecionados e vertidos para o português por um dos nossos maiores tradutores, o poeta José Paulo Paes — à época editor em uma das principais casas do país, a Cultrix — , esta obra traz também o perfil biográfico de cada um dos 15 autores, escritas pelo tradutor. A atual edição foi acrescida de 218 notas biográficas e de contextualização, que facilitam a sua leitura. Veja algumas reflexões que se encontram nesta obra: “Ler sem meditar no que se lê traz confusão mental. Meditar sem ler traz insegurança”, disse Confúcio. “Quando nos bastamos a nós mesmos, chegamos a possuir o bem inestimável que é a liberdade”, afirma Epicuro. “Se queres aprender algo, lê-o de noite, quatro ou cinco vezes, com grandíssima atenção, e pergunta-o de manhã, à memória”, sugere Vives. “Toda a vez que admirares como superior a ti um homem conduzido numa liteira, não te esqueças de olhar também para os carregadores”, adverte Plutarco. “Certos livros devem ser provados; outros engolidos; uns poucos mastigados e digeridos”, observa Francis Bacon. “Um homem de verdade é toda uma causa, todo um país, toda uma época”, escreve Emerson. “Três sortes de pessoas são infelizes na lei de Deus: o que não sabe, e não pergunta: o que sabe, e não ensina: o que ensina, e não faz”, comenta Manuel Bernardes. AUTOR ISBN PÁGINAS Vários autores 9786583744357 232
- A imprensa e o dever da verdade | Casa Matinas
A imprensa e o dever da verdade Brochura R$ 44,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Texto imprescindível sobre a ética e a independência da imprensa, escrito em 1920 por Rui Barbosa, ele mesmo diretor de redação e colaborador ativo dos periódicos do Império e da Primeira República. Homem de notório interesse público, o advogado, tribuno, político e intelectual considerava-se sobretudo um jornalista, “a mais nobre das profissões”, como ele afirma neste A imprensa e o dever da verdade — uma das mais lidas e estudadas reflexões sobre a imprensa no Brasil. A época de Rui Barbosa são os anos em que os jornais passam a influenciar profundamente a vida das pessoas e, por isso, ele via no jornalismo não só uma fonte de informação, mas também um papel civilizatório. As primeiras décadas da República no Brasil foram marcadas por inúmeros embates com e entre os jornais (veja o livro A imprensa na década republicana , de Carlos de Laet, também publicado pela casa matinas ). Havia proibições e censuras, além de violência física contra jornalistas e empastelamentos de redações e oficinas dos periódicos. Não faltava também a suspeita de compra de jornais e jornalistas por quem estava no poder — confessada inclusive pelo ex-presidente da República, Campos Salles. Este é um dos temas centrais de Rui Barbosa neste livro. “Um país de imprensa degenerada ou degenerescente é, portanto, um país cego e um país miasmado, um país de ideias falsas e sentimentos pervertidos, um país, que, explorado na sua consciência, não poderá lutar com os vícios, que lhe exploram as instituições”, diz ele. E complementa: “Não há, para qualquer sociedade, maior desgraça que a de uma imprensa deteriorada, servilizada ou mercantilizada”. Escrita para ser lida em conferência em prol do Abrigo dos Filhos do Povo, de Salvador (BA), A imprensa e o dever da verdade é considerada — ao lado de Oração aos moços , outra conferência dele, da mesma época — uma das peças mais importantes do legado intelectual e moral deixado por Rui Barbosa. AUTOR ISBN PÁGINAS Rui Barbosa 9786583744180 89
- Política de Cookies | Casa Matinas
Conheça a Política de Privacidade da Casa Matinas: como coletamos, usamos e protegemos seus dados. POLÍTICA DE COOKIES Esta Política de Cookies explica como utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para reconhecer você quando visita nosso site casamatinas.com.br, e como você pode gerenciá-los. 1. O que são cookies? Cookies são pequenos arquivos de texto armazenados no seu dispositivo (computador, celular ou tablet) quando você visita um site. Eles servem para garantir o funcionamento adequado do site, lembrar suas preferências e coletar informações anônimas de navegação. 2. Como usamos cookies? Utilizamos cookies para os seguintes fins: Cookies essenciais: necessários para o funcionamento do site e não podem ser desativados. Cookies analíticos: nos ajudam a entender como os visitantes interagem com o site, de forma anônima. Cookies de marketing: utilizados para melhorar a comunicação e oferecer conteúdos relevantes com base no comportamento de navegação. Todos os dados coletados por meio de cookies são não identificáveis e utilizados exclusivamente para fins estatísticos e de marketing. 3. Gerenciamento de cookies Você pode optar por permitir ou desativar o uso de cookies diretamente nas configurações do seu navegador. A maioria dos navegadores permite o controle dos cookies, incluindo a visualização, bloqueio ou exclusão. Tenha em mente que, ao desativar certos cookies, partes do site podem não funcionar corretamente. 4. Consentimento Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies nos termos descritos nesta política. Um aviso de consentimento pode ser exibido ao acessar o site, conforme exigido pela legislação vigente. 5. Atualizações Esta Política de Cookies pode ser atualizada periodicamente. Recomendamos que você a consulte sempre que visitar o site. Home
- Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica | Casa Matinas
Presença de Santa Teresinha: Uma peregrinação lírica Capa Dura R$ 54,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Devoto de Santa Teresinha, Ribeiro Couto, poeta e autor do romance Cabocla , visita a cidade francesa de Lisieux, onde fica o Carmelo da jovem mística, para agradecer a cura de sua tuberculose. Ribeiro Couto (1898-1963) diz que Santa Teresa de Jesus e da Santa Face ou Santa Teresa de Lisieux, como também é conhecida, “mais do que qualquer outra pessoa celeste, é essencialmente cotidiana”. Santa da suprema humildade. Santa das rosas. Marie-Françoise-Thérèse Martin entrou para o Carmelo (onde já estavam suas duas irmãs mais velhas) aos 15 anos, quebrando as regras que só permitiam à ida para o convento a partir dos 21 anos. É conhecido o episódio dela, menina, ajoelhando-se em Roma aos pés dos papa Leão XVIII e implorando pela autorização para se internar no Carmelo. Lá, com a saúde frágil, ela fazia as tarefas duras, como varrer o pátio e retirar as ervas daninhas do jardim. Mesmo antes de ser canonizada pelo papa Pio XI, em 1925, ela já era adorada pelos franceses que reconheciam a força da sua espiritualidade. Em 1997, foi proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II, e o papa Francisco, que era admirador, tem uma rosa branca periodicamente renovada em seu túmulo em homenagem à santinha, como também é conhecida entre nós. No prefácio desta obra, Elvia Bezerra, especialista em Ribeiro Couto, lembra que a santa só é conhecida pelo diminutivo afetivo, Teresinha, no Brasil — e que Couto afirma que ela “anima a alma do leitor com a sua superior vontade de realização”. Elvia relembra também que outro poeta, Manuel Bandeira, aliás grande amigo de Couto, fez um poema para ela, Oração a Teresinha do Menino Jesus . Ao final de sua peregrinação lírica por Lisieux, na Normandia, Ribeiro Couto escreve: “Vou pelas ruas transido de inquietação. Tenho a incerta lembrança de haver aberto janelas; de dentro voaram palavras, segredos, demônios. Meu Deus, que fiz eu?” AUTOR ISBN PÁGINAS Ribeiro Couto 9786583744296 76
- Vietnã do Norte: Advertência aos agressores | Casa Matinas
Vietnã do Norte: Advertência aos agressores Brochura R$ 59,99 Loja parceira: UmLivro < Voltar Descrição Antonio Callado, autor de Quarup , foi o único jornalista da América Latina a entrar no Vietnã do Norte, em 1968, ano mais violento da Guerra do Vietnã. Celebra-se, em 2025, os cinquenta anos do final da guerra que acabou em acachapante humilhação para a maior potência militar de todos os tempos, o exército americano, derrotado pelas forças regulares, as milícias e a população, na maioria camponesa, de um país pequeno e pobre, com parcos recursos bélicos. A saga do povo norte-vietnamita e seus aliados vietcongs é uma das maiores façanhas da História. Observador perspicaz, narrador fino e irônico, expoente do jornalismo literário em língua portuguesa, Antonio Callado, fica bastante impressionado com o que vê no calor dos fatos acontecendo: enquanto os EUA bombardeavam o Norte do país em uma intensidade jamais vista, uma das mais originais experiências humanas se construía: o papel preponderante da mulher – inclusive na luta armada –, a alfabetização da população em curto espaço de tempo, a originalidade do socialismo à Ho Chi Minh. A população norte-vietnamita se autoimpôs três tarefas para cada indivíduo: a produção de comida, a alfabetização e a guerra contra a invasão americana. No espaço de trinta anos, o Vietnã expulsou de seu território os japoneses, os franceses e os americanos, levando o Autor a chamar os cidadãos e as cidadãs do país de “profissionais da independência”. O jornalismo de Callado tinha um profundo senso de justiça social, a ponto de ele declarar, anos depois do lançamento de Vietnã do Norte – Advertência aos invasores: "Não fui ao Vietnã para descobrir quem tinha razão. Isso eu já sabia”. Além de Quarup, A madona de cedro e Bar Don Juan , entre outros, Antonio Callado é autor de um dos mais importantes romances políticos brasileiros, Reflexos do baile ; é também dramaturgo, autor de peças como Pedro Mico. Sua jornalística inclui ainda O esqueleto na lagoa verde (Companhia das Letras), um clássico do jornalismo literário brasileiro. AUTOR ISBN PÁGINAS Antonio Callado 9786583744036 122








